29 de setembro de 2012

ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!


Olá queridos. 
É em outubro que sai o resultado das vagas de parceria aqui no blog!!!!!!!
Estamos quase lá!


3 vagas de parcerias para blogueiros do Brasil.




O resultado sai em outubro.

Envie um e-mail para:marlicarmen@hotmail.com e responda: 
Responda: * Pq o interesse na parceria?
* Link do seu blog.

Para conhecer mais leia algumas das resenhas: AQUI
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Parceiro:
* Apresentar parceria no blog. (avisar da postagem)
* Mostrar na caixinha de correio. (avisar da postagem)
* Comentar no book trailer - youtube.
* Adicionar no facebook, twitter e skoob.( link na barra lateral)
* Postar resenha no blog e no skoob (avisar da postagem)
* Ao terminar a leitura do livro, vc gostaria de participar da entrevista com o leitor?


Autora:
* Colocar o link no blog no link parceiros.
* Enviar um exemplar do livro.
* Divulgar a apresentação e resenha no facebook .
* Comentar na resenha do livro.

Não envio mais para sorteio.


Aproveite para assistir ao vídeo resenha da parceira Paloma do blog Jornalismo na Alma!

Beijocas!






28 de setembro de 2012

Texto...


Gente, ando sem tempo...então pensei em ir reprisando algumas coisas que escrevi, assim quem ainda não conhece, fica sabendo. Tudo bem?
Beijinhos para vocês.
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“Nem sempre as coisas acontecem quando a gente quer, e sim quando deve.

Alguns sonhos, às vezes, precisam de tempo e espaço, e o difícil na vida é aceitar isso!

Quando o que mais se deseja é vê-los sendo realidade diante de nossos belos olhos sonhadores, se torna penosa demais cada derrota, cada espera. Mas é preciso olhar para o horizonte com olhos de criança, que em tudo crê, tudo espera e por tudo luta.

A paciência nessas horas se torna importantíssima, pois ela nos acalma a mente perturbada e por consequência agimos e pensamos com mais clareza. Enxergando assim na pequena derrota um aprendizado e no horizonte uma nova oportunidade.

Nem tudo é como sonhamos, com todas aquelas fantasias e perfeições.

O mais importante é jamais desistir. Por que por mais que tudo pareça perdido, a gente sempre ganha uma nova chance, e quem sabe da próxima seja a nossa vez.

Só saberemos se continuarmos lutando por aquilo que queremos ver realizado em nossas vidas. Então, só nos resta ter fé: em nossos sonhos, nossa imensa capacidade para torná-los realidade, e na grande Mão Celestial que nos acolhe todos os dias, em todas as pequenas e grandes derrotas, e nos ajuda a sorrir quando o que mais queremos é chorar.”


Que a esperança esteja com você!

M.C.Jachnke

Frase do leitor...


27 de setembro de 2012

Estranho num mundo estranho III





- Alguém têm alguma pergunta?
Ninguém disse nada. Ninguém perguntou nada. O que não significava que não tinham dúvidas, possivelmente as tinham, mas acontecia alguma coisa com as crianças que quando deveriam perguntar simplesmente não perguntavam. Levavam a dúvida para casa e de casa de volta para a escola; para as provas. As terríveis e temíveis provas que os faziam serem julgados e se julgarem como burros ou inteligentes. Quando na verdade todos eram iguais, tinham a mesma imensa capacidade, porém precisavam ser ensinados de formas diferentes. O que era óbvio para alguns, podia se tornar um grande enigma para outros. Mas com paciência e o jeito certo de ensinar, podia-se ajudar a despertar todas as mentes.
Os professores precisavam acordar para esta realidade e os pais também!
Eram nos bancos de escola que nasciam os primeiros sonhos e que se formavam os primeiros que se considerariam fracassados, só por que nunca tiveram as melhores notas.
Nenhuma criança, nenhum aluno deveria ser tratado com indiferença. Jamais se deveriam permitir serem vistos como um grupo, e sim, indivíduos. Na escola, as crianças e jovens, deveriam ser fortalecidos, e não ignorados pelos professores.
Ensinar ia além dos livros e do quadro. Ensinar era uma arte que ia além das quatro paredes da sala de aula, além do pincel atômico. Ensinar ia além da matemática, da ciência, história e geografia.
Ensinar a tomar decisões, sonhar, saber o quanto cada uma daquelas pequenas centelhas eram capazes, e de que acima e além de qualquer coisa, todos eram feitos de sentimentos.
Um professor de verdade, de verdade mesmo!, não conseguia ignorar os problemas pelos quais os alunos estavam passando. Por que ele era mais do que um professor, e seu dom era ensinar!





Era final de tarde.
Aquele momento em que a mãe ia tratar os bichos. Jê gostava de ajudá-la. Gostava de estar perto dos animais, existia um amor inexplicável entre eles.
Tinham duas vacas e um boi, três porcos –mamãe, papai e filhinho – mais algumas galinhas chocadeiras e um galo que gostava de soltar a voz em horas inoportunas como às quatro da madrugada, além dos dois cachorros brabos, muito brabos. Deles – tinha medo.
Jê se divertia tratando os animais, principalmente as galinhas que corriam até onde jogavam o milho; desesperadas.
Naquela tarde, em especial, fazia bastante frio. A mãe do pequenino preferiu deixá-lo dentro de casa, enquanto alimentava sozinha a criação. Deu ordem para que ele tomasse banho enquanto.
Cabelos molhados e penteados, Jê olhava através do vidro da janela da cozinha ao lado do fogão a lenha, sua mãe jogando milho para as galinhas que ciscavam felizes.
Felizes e precipitadas.
Felizes por terem alguém que as alimentasse, e as deixasse passeando livremente pelo terreno.
Será que as galinhas pensavam? – pensou ele.
Jê era pequeno, e de pequeno se aprendia muita coisa. Com perguntas que deixavam os adultos meio deslocados as crianças iam descobrindo e desnudando o mundo.
Iam aprendendo.
- Mãe, - começou, quando ela pôs os pés dentro de casa, no assoalho que rangia conforme os passos dados, com os braços cheios de lenha. – Você ama elas?
- Elas quem? – perguntou distraída, enquanto despejava as lenhas no baú em que Jê estivera sentado e que agora segurava a tampa erguida, ajudando-a.
- As galinhas. – disse, apontando para fora da janela, para as poucas que ainda estavam ciscando no pátio.
Ela parou por um instante, um breve e rápido instante.
- Ninguém ama as galinhas filho. – falou tirando a mão pequenina da tampa e fechando o caixote de madeira, que guardava as lenhas. – São só animais. – completou, soltando em seguida a mão da doce e diferente criatura que pusera no mundo, sob a graça de Deus.
Jê pensou sobre o que sua mãe acabara de dizer. As crianças tinham por costume questionar. Maldição ou benção, qual seria a definição de tal atitude?
- Deus não ama as galinhas? – perguntou ele, de volta sentado no baú de madeira, enquanto a mãe andava de um lado a outro com pressa, começando a preparar o jantar para o marido e o filho. Havia tanto a se fazer numa casa, ela: a rainha do lar não parava jamais. Mais parecia uma escrava do que uma rainha!
- Sim, Deus ama as galinhas. – respondeu, sem parar o que estava fazendo.
- Então, por que ninguém mais ama? – continuou Jê em sua reflexão infantil.
Parou.
De repente, parou.
Não sabia o que responder. Seu filho, tão pequenino e frágil, perguntando coisas que nem ela nunca ousara perguntar. Por isso não saberia responder.
Estava confusa. Tristemente confusa. Tinha que preparar o jantar, passar um pano na cozinha, arrumar a mesa, tomar banho... e, tinha seu filho, sentado no baú de madeira olhando-a, esperando por uma resposta dela. Uma resposta que ela não sabia dar, mas sabia que ele precisava que dissesse alguma coisa que não fosse: “Não pense nessas bobagens”, “Essas perguntas estão me deixando tonta!”, “Chega dessa estória. Vá brincar!”
Deus! Como não queria fazer aquilo. Mas parecia ser a única alternativa. Era fraca, era fraca, não tinha a força de uma verdadeira mãe. Precisava dizer alguma coisa, alguma coisa.
- Acho que por que ninguém nunca se fez essa pergunta. – disse numa frase inteira e rápida, voltando a seus afazeres domésticos.
Estava com medo do que poderia vir a seguir, qual seria a próxima pergunta? Conseguiria pensar numa resposta que não destruísse a mente de seu filho amado? Oh, céus!
Para sua surpresa Jê levantou-se e foi pôr a mesa. Ela observou-o por um milésimo de segundo e passou o resto do tempo em que cozinhou e passou o pano no chão da cozinha, pensando no seu pequenino. Em como ele era especial. Tão especial que às vezes a assustava. Só queria que seu filho fosse amado como ela o amava. Mas será que o mundo, quando o conhecesse, saberia amá-lo? Por que estrada ele seguiria?
Sabia que naquele momento não teria uma resposta, só o tempo poderia responder. Só o tempo!
Serviu o jantar.
(M.C.Jachnkee)


23 de setembro de 2012

Resultado do sorteio

Olá galerinha!
Temos o resultado do maravilhoso livro: Madame Bovary!!!!

Quem vai ganhar ele no conforto da sua casa é o terceiro participante!!!

Parabéns!!!!!!!!!!!!



P.S: gente, eu não sei pq aparece 100 depois que salva, mas no site http://www.random.org/ aparecia 23, certinho. Tentei salvar e colar várias vezes e acontecia isso.



True Random Number Generator  3Powered by RANDOM.ORG

Boa tarde Marli,

Mais uma super promo hein...participando...abçs.

Tem promo lá no blog também!!!

http://devoradordeletras.blogspot.com.br

Estranho num mundo estranho II





Barulho de crianças. Alegria solta no ar, correndo de um lado a outro, sem medo, sem barreiras. Alegria de criança, a mais pura sinfonia, a mais tenra alegria.
Depois que o sinal tocava, um silêncio obrigatório passava a tomar conta das dependências do colégio estadual.
Silêncio de um medo compartilhado.
Silêncio de um respeito dividido.
Não se sabia, afinal, por que as crianças calavam.
Como era possível aquele pequeno instante de milagre, onde se conseguia o silêncio dos pequeninos que aparentemente, pareciam detestá-lo. Principalmente se, se encontrassem em seu mundinho com outros pequeninos?
Medo ou respeito. Difícil saber.
Ambos os sentimentos misturavam-se na alma, que às vezes ficavam confusos aos próprios olhos. Aos olhos de quem os possuía: seu hospedeiro.
No instante mágico de silêncio, entre os alunos sentados em fileiras, um atrapalhando a visão do outro; a jovem e inexperiente professora, aproveitou para dar início a aula.
Os alunos pareciam gostar dela.
Ela gostava dos alunos e da interessante arte de ensinar.
Havia os que conversavam demais, os que estavam sempre no mundo da lua, e até aqueles... digamos... “durões”: difíceis de se aproximar.
Isso tudo é que fazia valer a pena ter decidido pela carreira pedagógica. Era maravilhoso ensinar aos pequeninos, tudo era tão novo pra eles. Mais do que as equações eram para a sétima série.
A professora não tinha muitos defeitos aos olhos dos jovenzinhos, aspirantes a aprendizes. Mas ela cometia uma falha, talvez mais de uma, fatal. Seguia a risca o programa de aulas. Um bom professor era mais do que a metodologia imposta. Um professor de verdade ia além das páginas de um livro, além do programa. Um bom professor, sempre conseguia fazer seus alunos compreenderem. Por que ele sabia que não estava ensinando apenas para alunos e sim para seres humanos, gente com emoções, dificuldades, vontade e até preguiça. Sabia que era preciso muito mais do que aprendera na faculdade para conseguir fazer a diferença para aqueles que estavam sentados à sua frente, enfileirados.
O tempo, talvez um dia a ensinasse, que não bastava ser apenas uma professora, era preciso muito mais.
O tempo a ensinaria.
Deus queira que sim. 
(M.C.Jachnkee)



21 de setembro de 2012

ESTRANHO NUM MUNDO ESTRANHO I



Sentia-se observado. Procurou por quem o estivesse olhando. Girou a cabeça de um lado para outro. Virou o corpo e olhou para trás. Ficou em silêncio, tentando ouvir passos; movimento.


Nenhum barulho, nem ninguém. Apenas a sensação de ter sido observado.


Foi-se. Sentia-se só novamente. Voltou a atenção para a tangerina que estava em sua mão, continuou a descascá-la. Comeu devagar, goma a goma, depois colheu outra e outra até se fartar da fruta ácida.


Era tarde de domingo. Um domingo qualquer, de qualquer mês que houvesse tangerina.




Passos no assoalho acordaram Jê naquela manhã fria que dava frutos a tangerineira.
Levantou-se.
Quando sua mãe entrou no quarto, já estava com o uniforme vestido em seu corpo pequenino de pele macia. Ela pensou - pela milésima vez- em como ele não lhe dava trabalho. Parecia que já havia nascido grande. Isso, às vezes, a assustava. Por que não sabia se era bom. Só sabia que era diferente, e o diferente sempre assustou a humanidade desde os tempos antigos até os atuais. 
Eu preparei aquele pão que você gosta. – disse ela.
Para aproveitar o pão velho, mas que ainda não tinha mofado era de costume as pessoas do interior fritarem fatias de pão banhado numa mistura que consistia em bater um ovo, com duas colheres de trigo, um pouco de canela e açúcar.
E Jê adorava o pão frito naquela mistura. Sua mãe bem sabia!
Criaturas abençoadas, sempre pensando nos filhos, mesmo nos pequenos gestos, mas que faziam toda a diferença.
- Obrigado mãe! – agradeceu enquanto lhe dava um rápido abraço e ia para a cozinha se alimentar antes que o ônibus chegasse para levar as crianças à escola.
Era difícil ir para a escola. Gostava e não gostava. Amava e odiava.
Bom: eram os amigos, as brincadeiras, a professora.
Ruim: eram os outros que queriam muitas vezes, a todo custo, fazê-lo se sentir inferior por seu material simples e a mochila velha do ano passado.
Bom era aprender. Português e matemática. Difícil matemática, mas bom.
Difícil e bom.
Desenhar era bom!
Ruim era não poder ir à fila da cantina nem sequer uma vez na semana. Não que a merenda fosse ruim, era boa! Só queria poder experimentar também os bolos da cantina. Mas não tinha dinheiro. Por que não tinha dinheiro? Seu pai trabalhava como todos os pais. Jê ficou um pouco intrigado onde seu inocente pensamento o levara e sentiu que o mundo podia ser estranho se, se pensasse no mundo.(M.C.Jachnkee)

19 de setembro de 2012

Opinião do leitor...


"Como falar de um livro mágico e envolvente? Como passar para vocês o que senti ao ler esse livro? Como deixar de dizer que aprendi muito sobre a minha História, sobre a História do meu País? Como não dizer que esse livro foi, de certa maneira, "um tapa na cara" no que diz respeito a busca e a realização de nossos sonhos? Amazônia - Um Caminho Para o Sonho é um livro surpreendente! Estou mesmerizada ainda..."- leitora Nica do blog Drafs da Nica.


16 de setembro de 2012

Resenha







Olá queridos.
Não sei se todos sabem, mas eu tenho um livro escrito e não publicado. O título é  ESTRANHO NUM MUNDO ESTRANHO .
Minha amiga Cleide,do blog PALAVRAS AVENTUREIRAS,  leu e escreveu uma resenha. Estou pensando em ir postando aos poucos aqui para vocês os capítulos, o que acham?
Enquanto isso, vamos conferir a resenha que ganhei de presente!

Resenha: 


ESTRANHO NUM MUNDO ESTRANHO


[...] A pequena e a grande sabedoria, uniam-se para contemplar a beleza da vida. Crianças e idosos, jamais deveriam ser privados da companhia um do outro. Ambos se amavam sem explicações.
Simplesmente se amavam. Sabiam se aceitar.Se ouvir.
- A única coisa que vale a pena nessa vida, meu neto, é o amor. E é também o único que não acaba. [...]

Uma história cativante e reflexiva!
Jê é um menino que, aparentemente, é como todos os outros de sua idade, porém, em sua forma e jeito de ser, ele se torna único, especial! A história descreve o que é sentir-se estranho num mundo que é totalmente estranho, na busca da compreensão pela vida. Será possível perceber esses detalhes a partir dos diversos sentimentos e personalidade de Jê e as pessoas que estão a sua volta, além de identificar a imensa importância de estar ligado ao amor à natureza, e saber que é o amor que nos torna mais fortes e poderosos e que nos coloca mais próximos a Deus, mostrando qual é a verdadeira felicidade e onde ela pode estar.
Estranho num mundo estranho, a partir das ricas e belas palavras que a autora utiliza, torna possível a percepção e traz à tona indagações que há muito o ser humano vem fazendo.
Trazemos conosco dúvidas a respeito de nossas vidas, nossos sonhos, nossos caminhos, mas o que não percebemos é que a escolha está em nossas mãos. Nos vemos diante de desafios, de problemas a serem resolvidos, mas de que forma os enfrentamos? A que ponto chegam as pessoas a ser capaz de, desistindo de seus sonhos, os transmite em tristeza e desestímulo a um outro alguém?
Jê, calmo e sereno, nos faz pensar no nosso lugar aqui e agora, da diferença que podemos fazer pelo mundo enquanto lutarmos para que sua beleza não se acabe. Cada linha contém uma reflexão, uma verdade a respeito do ser humano. Com estranho num mundo estranho você irá se emocionar e se envolver do começo ao fim!

Cleide B. T. Pisetta

Mulher..



Mulher estranha, dormia sentada, caminhava cabisbaixa. Passos sem pressa..
Rosto que quase não sorria, mas quando o fazia tinha um sorriso lindo.
Quais eram seus desejos, do que gostava ou acreditava?  Ninguém sabia!
Ela vinha e ia, sempre sozinha.  Assim passou pelo mundo a mulher que todos achavam que não vivia...

14 de setembro de 2012

Resenha de Amazônia...



Olá amores!

A vida está uma agitação: último semestre super corrido! hehehe Mas vale a pena!

A parceira Isis, do blog Felicidade nos Livros, postou resenha de Amazônia- um caminho para o sonho.
Quer conferir? AQUI

Beijinhos meus queridos!

10 de setembro de 2012

Sorteio no blog do Marco...





Olá amigos!

Tem sorteio, pra lá de especial, no blog do Marco!

Vamos participar?AQUI


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